Inteligência Competitiva
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Inteligência Competitiva e o momento atual

Inteligência é lidar com recursos escassos, adversidades e com criatividade buscar resultados, alcançar objetivos e metas propostas quando estes recursos eram abundantes, num cenário “céu de brigadeiro”.

Inteligência competitiva é se antecipar aos recursos escassos e adversidades por meio de informações estratégicas, um planejamento estratégico, uma política de inovação constante e perenizada na cultura organizacional da organização e disseminada na sua gestão tática, operacional; sua estrutura decisória construindo e contribuindo cenários favoráveis ao seu negócio e a comunidade que a cerca.

Para tanto é preciso se fazer acessível a informação para quem decide na fonte, forma, conteúdo e momento – “timing da informação”.

Inteligência Competitiva ao longo dos anos  

  • A Inteligência Competitiva tem sua origem nas atividades de inteligência militar, particularmente as atividades do general chinês Sun Tzu, que descreveu suas crenças militares em um livro datado do séc.IV a, C. denominado “A Arte da Guerra”.
  • Séculos depois, na Idade Média, Gêngis-Khan, chefe tribal mongol que conquisto a maior extensão de terras contínuas da história, englobando a Ásia Central, Afeganistão e Pérsia, utilizava agentes de inteligência para conhecer o ambiente que iria conquistar e as defesas das quais estes ambientes se serviam, adquirindo informações de mercadores, viajantes e das comunidades locais.
  • Em 1568 é criado o primeiro Serviço de Inteligência organizado que se tem notícia, pelo Secretário de Estado e chefe de serviço de espionagem da Raiha Elisabeth I, da Inglaterra, Sir Francis Walsingham.
  • Durante a I Guerra (1914-1919) e II Guerra (1939-1945) estes serviços foram aprimorados por grande parte dos países envolvidos.
  • Durante a “Guerra Fria” (1945-1989) consolidou-se a atividade de inteligência militar estratégica.
  • Mas foi a disputa crescente no mundo dos negócios e o aprimoramento da inteligência econômica, desenvolvida por economistas e administradores para anteciparem e enfrentarem à instabilidade, a incerteza e a ambiguidade dos mercados internacionais, e dos ambientes nacionais e internacionais de um modo geral, que deu origem, a partir da década de 1960-1970 a uma nova concepção, chamada de inteligência competitiva.
  • As primeiras instituições a adotarem a inteligência competitiva foram as grandes empresas anglo-saxônicas, britânicas e sobretudo americanas.
  • Progressivamente a prática de inteligência competitiva, que focava somente no mercado, agora se focava como base de apoio a tomada de decisão e o planejamento estratégico.
  • Evolução da Inteligência Competitiva para a Inteligência Estratégica.

Inteligência Competitiva & Controle de Jornada

A gestão da inteligência competitiva se faz necessária a todos os momentos e não só em tempos de crise. Se há inteligência, esta deve ser utilizada de forma preventiva e preditiva. O sistema de ponto eletrônico e digital, é um sistema que privilegia esta antecipação de forma preventiva e preditiva pois agrupa, seleciona, classifica, categoriza dados que se transformam em informação, conhecimento e por fim inteligência administrativa. Traduzindo-se em indicadores de gestão para maior produtividade, competitividade, efetividade e sustentabilidade do homem do ambiente organizacional. Em especial quando o distanciamento social é a maior arma contra a pandemia do Covid-19, o home office e trabalho à distância são necessários para viabilizar a operação da grande maioria das empresas. Sem um sistema de controle de jornada na nuvem, os gestores e RH ficam completamente no escuro!

Por fim um dito popular: coração e fígado não foram órgãos feitos para pensar! Portanto indicadores, dados e informações racionalizam a tomada de decisão efetiva e sem pessoalismos ou outras disfunções administrativas.

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